Trabalho só será retomado quando contingente tiver armas e coletes à prova de balas
O assassinato de um agente, na quinta-feira passada, fez com que a Guarda Municipal de Tubarão, no Sul de Santa Catarina, paralisasse as atividades por falta de estrutura e equipamentos de segurança. A intenção é só retomar os trabalhos quando todo o contingente possa estar nas ruas equipado com armas e coletes à prova de balas.
Marcelo Goulart Silva, 33 anos, levou vários tiros ao tentar capturar um grupo que havia assaltado uma relojoaria no Centro de Tubarão. Ele não usava colete à prova de balas nem arma de fogo e morreu na hora. Os bandidos foram presos duas horas depois pela Polícia Militar.
De acordo com o comandante da guarda, Adailton do Livramento, a situação de vulnerabilidade atinge todo o efetivo da Guarda Municipal, formada por 42 agentes.
O comandante diz que o recesso temporário não é apenas um protesto, mas também uma forma de buscar melhorias.
Vamos elaborar projetos que viabilizem principalmente a aquisição de equipamentos de segurança para os guardas — resume o Comandante Livramento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário